Questiono, questionas, questiona, questionamos, questionais, questionam
Uma hora, duas horas, três horas, quatro horas
Nem dor me deixaste
Anjo da guarda cruel
Traí meu orgulho
Perdi de vista a minha confiança
Me tacaram na pele a humilhação
De comandar uma existência
Respirei, inspirei
Enquanto revestida de instantâneo
Virei a cara quanto a verdade
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
Eu li: "Dez (quase) Amores"
Tá aí um livro que eu não deveria ter demorado mais de um dia para ler. Mas demorei por que estou sofrendo de um terrível bloqueio literário.
Dez (quase) Amores é um livro que não tem como não gostar (apesar de que pensando bem, acho que a maioria dos leitores são mulheres), não tem uma página que não tenha um bom humor entre os amores de Maria Ana.
Autor: Claudia Tajes
Páginas: 128
Editora: L&PM
Ano: 2000
Dez (quase) Amores é um livro que não tem como não gostar (apesar de que pensando bem, acho que a maioria dos leitores são mulheres), não tem uma página que não tenha um bom humor entre os amores de Maria Ana.
Autor: Claudia Tajes
Páginas: 128
Editora: L&PM
Ano: 2000
"Ele me encara, surpreso e triste. Fico em pé na frente do Papai Noel sem dizer nada, só olhando para aquele homem que trata as crianças com tanto carinho, que fala baixinho com cada uma, que nunca perde a paciência, nem depois de mil bebês no mesmo dia. Tudo isso me comove e as lágrimas começam a cair. Papai Noel, isto é, Luiz, também está emocionado, mas uma das ajudantes com roupa de mulher-duende-piranha me tira dali e passa o próximo da fila. Pedro continua dormindo e nem vê que a tia chora tanto, mas tanto, que neste momento poderia até ser confundida com a rena do nariz vermelho."
sábado, 26 de novembro de 2011
Involuntário
T’as un problème?
C’est quoi, ton problème?
Não te sinto mais por perto
Porque nego à eu mesma
O olhar que te dou
A voz que te suplico internamente
A mão que falta na minha
O dueto que eu sugeriria
Mas não se preocupe
E sei que não vai
De que não vou te largar como eu gostaria
Nós dois, deveria ter um nós nosso.
Matina
00:58
Pode repitir
É, tu mesma, música enrustida em francês
Voz que acoberta os meus pensamentos
E eu, agradeço por não ouvir mais nada
Nada além dessa sintonia
Dessa agridoce sintonia
Da mão que se perde nas cordas
Do piano intenso
Da voz suave
Da noite que se vai
Do escuro que se vê
Da vida que não se pode parar entre isso.
Pode repitir
É, tu mesma, música enrustida em francês
Voz que acoberta os meus pensamentos
E eu, agradeço por não ouvir mais nada
Nada além dessa sintonia
Dessa agridoce sintonia
Da mão que se perde nas cordas
Do piano intenso
Da voz suave
Da noite que se vai
Do escuro que se vê
Da vida que não se pode parar entre isso.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Twiggy.
Para quem não sabe - eu não sabia há pouco tempo -, se você vê muito pelo Tumblr uma mulher loira de cabelos muito curtos, magérrima, de olhos grandes realçados com maquiagem, bom, essa mulher é Lesley Hornby, muito mais conhecida por Twiggy (twig "graveto" em inglês).
Ela foi um ícone dos anos 60, ficou conhecida ao redor do mundo por causa do fotógrafo Nigel Davis.
Contudo sua carreira foi curta, queria tentar ser atriz e cantora. Participou de programas de televisão e de espetáculos da Broadway, e gravou vários discos. Lançou também três autobiografias: Twiggy by Twiggy (How I Probally Just Came Along on a White Rabbit at the Right Time, and Met the Smile on the Face of the Tiger), em 1968; Twiggy, em 1975, e Twiggy in Black and White, em 1997.
Ela foi um ícone dos anos 60, ficou conhecida ao redor do mundo por causa do fotógrafo Nigel Davis.
Contudo sua carreira foi curta, queria tentar ser atriz e cantora. Participou de programas de televisão e de espetáculos da Broadway, e gravou vários discos. Lançou também três autobiografias: Twiggy by Twiggy (How I Probally Just Came Along on a White Rabbit at the Right Time, and Met the Smile on the Face of the Tiger), em 1968; Twiggy, em 1975, e Twiggy in Black and White, em 1997.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Estalar de dedos.
Círculos. Preto. Exclamação. Sangue. Raio. Agudo. Direção. Bloqueio. Tropeço. Meio da cama. Brisa. Teto. Cautela. Desconforto. Semi choro. Ódio. Muda. Lembranças. Pele. Receio. Aperto. Eco mental. Topo. Alucinação. Desejo. Comprimidos. Alma. Cacos. Horas. Minutos. Segundos. Passinhos. Cedo. Rotina. Previsão.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Jaqueta de couro.
Como no inverno uma das roupas que mais vi foi jaqueta de couro, vi que merecia um post.
A jaqueta de couro emergiu nos anos 50, na época do movimento punk, complementada com tachas, rebites e mensagens escritas nas costas combinava perfeitamente com as calças rasgadas, penteados chamativos e atitude forte, entre outros.
Mas hoje em dia a combina tanto quanto o estilo patricinha quanto com o de um motoboy.
A jaqueta de couro emergiu nos anos 50, na época do movimento punk, complementada com tachas, rebites e mensagens escritas nas costas combinava perfeitamente com as calças rasgadas, penteados chamativos e atitude forte, entre outros.
Mas hoje em dia a combina tanto quanto o estilo patricinha quanto com o de um motoboy.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Eu li: 'Feliz Ano Velho'
Já estava na hora de eu ler um livro sem ser todo dramático. Feliz Ano Velho é um livro divertido, engraçado, interessante toda a hora mas mesmo assim fortes dramas são visíveis.
A razão do livro ter sido escrito pelo próprio autor, história real, é o acidente que deixou-o paralítico. Entre cada parte do seu tratamento você pode conhecer muitas lembranças e histórias sexuais, a história da família dele e carreira musical.
Autor: Marcelo Rubens Paiva
Páginas: 232
Editora: Brasiliense
Ano: 1982
A razão do livro ter sido escrito pelo próprio autor, história real, é o acidente que deixou-o paralítico. Entre cada parte do seu tratamento você pode conhecer muitas lembranças e histórias sexuais, a história da família dele e carreira musical.
Autor: Marcelo Rubens Paiva
Páginas: 232
Editora: Brasiliense
Ano: 1982
Não tinha o minimo sentido. As lágrimas rolaram, chorei sozinho, ninguém poderia imaginar o que eu estava passando. Todos sofriam comigo, me davam força, me ajudavam, mas era eu que estava ali deitado, e era eu que estava desejando a minha própria morte. Mas nem disto eu era capaz, não havia meio de largar aquela situação. Tinha que sofrer, tinha que estar só, tão só, que até meu corpo de abandonara. Comigo só estavam um par de olhos, nariz, ouvido e boca.
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